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HISTÓRIA

História de São Tomé das Letras

O escravo da fazenda Campo Alegre, João Antão, cansado de ser castigado por seu senhor, fugiu e se escondeu em uma gruta no alto da serra onde passou a viver da pesca, frutos e raízes da região.
Certo dia um senhor de vestes brancas apareceu para o escravo e escreveu um bilhete, dizendo que, se ele o entregasse a seu amo, este o perdoaria. João Antão era analfabeto, mas mesmo sem saber o conteúdo da mensagem voltou para a fazenda e a entregou para o capitão João Francisco, dono da fazenda Campo Alegre.
Ao ler o bilhete o capitão lhe ordenou que o levasse até a gruta onde encontraram uma imagem de São Tomé entalhado em madeira. João Francisco, homem profundamente religioso recolheu a imagem e a levou para casa. A imagem sumiu e reapareceu na gruta por várias vezes.
Acreditando ser um milagre, o capitão mandou erguer uma capela no local onde, em 1785, foi construída a Igreja Matriz. Somente em 1962 foi criado o Município de São Tomé das Letras devido à aparição do santo e às inscrições rupestres na entrada da gruta.
Hoje São Tomé assume com destaque o título de cidade mística do Brasil, devido à aura mística que envolve o município e a grande quantidade de místicos que para cá vem, de vários pontos do país, tornando-a uma ótima opção de turismo em Minas Gerais.
Chico Taquara morava em uma gruta próxima da cidade e era conhecido pelas curas milagrosas que fazia e também por conversar com os animais. Chico Taquara se tornou uma lenda viva. Quando caminhava pelas ruas do povoado levava suas poucas reses e na hora de entrar nas vendas riscava um círculo no chão em torno dos animais. Os animais não saíam do círculo. Quando batia palmas os passarinhos pousavam sobre sua cabeça e ombros. Um dia Chico Taquara desapareceu. Há quem diga que está vivo. Escondido em uma das grutas da região. De acordo com os esotéricos, Chico Taquara era um enviado de uma civilização intraterrena e retornou ao interior da Terra após ter cumprido sua missão.

Lendas: Segundo histórias populares foram escondidos pelos escravos peças de ouro nos muros de pedra. Também vem sendo contado de geração em geração que um dos proprietários da fazenda teria enterrado um grande tesouro debaixo da grande árvore.

Muro de pedras que cerca a pousada

Árvore Centenária

História da Pousada

A pousada foi construída no local onde se encontrava a casa grande da “Fazenda do Sobrado”, pertencente aos descendentes do Barão de Alfenas.
Devido ao fato de se encontrar na rota da Estrada Real ela era utilizada como pouso de tropeiros e assim se tornou a maior fonte de renda para os proprietários da Fazenda do Sobrado.
Hoje ainda podemos encontrar resquícios desta época como os muros de pedras feitos pelos escravos e as bases da casa grande.
Lendas: Segundo(s) estórias populares foram escondidos pelos escravos peças de ouro nos muros de pedra. Também sendo contado de geração em geração que um dos proprietários da fazenda teria enterrado um grande tesouro debaixo da grande árvore
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